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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Diálogo revela esquema da propina em Jandira

Diálogo entre dois vereadores de Jandira, gravado em CD, tornou-se a peça principal da investigação sobre suposto esquema de corrupção e mensalinho na gestão do prefeito Braz Paschoalin (PSDB), executado a tiros de grosso calibre por um grupo de pistoleiros às 7h55 da manhã de sexta-feira. Ontem, o juiz Henrique Maul de Souza decretou sigilo na investigação sobre a morte do prefeito.
A conversa foi gravada em 1.º de julho de 2008 pelo vereador Reginaldo Camilo dos Santos, o Zezinho do PT. Seu interlocutor, Waldemiro Moreira de Oliveira, o Mineiro, do PDT, revela passo a passo como vendeu seu voto por R$ 200 mil para dar apoio a Paschoalin em sessão realizada na Câmara de Jandira para aprovação das contas do tucano. 'Ele me arrumou um saco de dinheiro, desses de lixo, assim. Bem pesado, Não é fácil não. Um saco, na crise que tá hoje?'
Cópia do CD foi entregue por Zezinho ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público de São Paulo que investiga corrupção.
Bancário de profissão, filho de costureira e pedreiro, Zezinho é conhecido na cidade como o fiscal da gestão Paschoalin, contra a qual fez cerca de 60 denúncias à promotoria e ao Tribunal de Contas do Estado sobre desvios e fraudes. 'A administração pública não é para você ficar rico. Eu tive oportunidade, eu tenho oportunidade todo dia de ficar rico. Você escolhe. A gente vê que é tudo uma farsa.'
A conversa rendeu 16 páginas, segundo relatório de inteligência 06/08 do Gaeco - o laudo amparou inquérito policial e ordem judicial para quebra do sigilo bancário de seis vereadores. Mineiro foi vereador de 2005 a 2008. Em julho passado, foi assassinado por desconhecidos.
'Obrão'. No diálogo interceptado, Mineiro diz que comprou caminhão e chácara e construiu uma casa - 'um obrão, um jumentão' - com o dinheiro que Paschoalin lhe teria dado. Outros vereadores, disse, foram contemplados com propina, 'uma corrida de dinheiro'.
As contas de Paschoalin relativas a seu segundo mandato (1996-2000) haviam sido reprovadas pelo TCE. Na Câmara, ele compôs com parte dos vereadores, inclusive Mineiro, para derrubar o veto do TCE, em 2008 - medida que abriu caminho para sua eleição ao terceiro mandato, a partir de janeiro de 2009.
Fonte - Estadão

sábado, 13 de novembro de 2010

Gaeco prende policiais acusados por corrupção

Em ação realizada nesta quinta-feira (11), o Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dependente do Ministério Público do Paraná, prendeu um delegado, dois policiais civis, dois escrivães e dois funcionários públicos municipais acusados por corrupção.
De acordo com o Gaeco, os sete mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Santa Helena, Rio Bonito do Iguaçu, Cascavel e Foz do Iguaçu. O foco da ação, porém, foi a 2ª Subdivisão Policial de Laranjeiras do Sul.
Contra o delegado-chefe da referida subdivisão, Joaquim Antonio Figueira, e contra os investigadores Wilson Urbano e Marlon Éder de Souza (detido em Foz do Iguaçu), pesa acusação de corrupção passiva, referente a um caso ocorrido em 13 de outubro de 2010, no interior da delegacia de Laranjeiras do Sul.
Na ocasião, um caminhoneiro que transportava cigarros contrabandeados do Paraguai foi detido e, supostamente, forçado a pagar propina para sua liberação. Quilômetros adiante, porém, o mesmo motorista foi parado e preso pela Polícia Federal (PF), delatando a ocorrência anterior.
Por sua vez, os escrivães Jorge Vargas Leite e Mario Vante Junior, e os funcionários públicos municipais Gelson Luiz dos Santos (de Laranjeiras do Sul) e Giovane Jones Bech (de Nova Laranjeiras) são acusados de envolvimento em uma outra ocorrência de propina, registrada no dia 03 de julho de 2010.
Os acusados permanecerão sob prisão preventiva até que novas medidas judiciais sejam ditadas sobre o processo. O Gaeco é o braço do Ministério Público do Estado do Paraná que trata do combate ao crime organizado e do controle externo da atividade policial.
Fonte -
Sopa Brasiguaia

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