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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

BBC investiga realidade por trás dos índices de corrupção

A segunda parte da série Mundo de Extremos examina o tema da corrupção. Correspondentes investigarão Suécia e Somália - perguntando se esses países são o que parecem ser.
A Somália foi mais uma vez citada como país mais corrupto do mundo este ano - à frente de outras nações assoladas pela guerra como Mianmar, Afeganistão e Iraque.
O Índice de Percepção da Corrupção - publicado pela organização baseada em Berlim Transparência Internacional - põe Dinamarca, Nova Zelândia e Cingapura como nações menos corruptas do mundo.
O índice mede os níveis de corrupção percebidos no setor público em 178 países, e os classifica de 0 (altamente corrupto) a 10 (muito limpo).
A Somália obteve 1.1 no índice de 2010. A Suécia ficou em segundo no ranking com 9.2.
Correspondentes enviarão informações da Suécia e da fronteira com a Somália como parte da série Mundo de Extremos.
A Transparência Internacional foi criada em 1993 para medir e monitorar a corrupção. O índice, que é publicado anualmente, se baseia nos resultados de 13 pesquisas independentes, realizadas por organizações como o Banco Mundial e a Economist Intelligence Unit. Um mínimo de três resultados deve estar disponível para que um país seja incluído no ranking.
Entre os países que demonstraram uma piora da situação de 2009 para 2010 estão Itália e EUA. Enquanto Chile e Haiti estão entre os que melhoraram.
Fonte - BBC Brasil

sábado, 13 de novembro de 2010

Baixa corrupção na Escandinávia está relacionada a fatores locais

A cada ano, a organização não governamental Transparência Internacional publica um relatório sobre corrupção global. No topo da lista, estão os países onde se supõe pouca ou nenhuma corrupção. Quais as razões para que haja pouca corrupção na Dinamarca, ou mesmo em Cingapura e na Nova Zelândia?
Quem busca respostas, se depara rapidamente com as "virtudes escandinavas" ou a "ética protestante", que influenciaram tão fortemente o norte da Europa, isto é, "seja humilde, dê sua contribuição ao coletivo, trabalhe duro".
Tanto a mídia quanto os cidadãos têm o direito de consultar documentos com informações sobre a população, mesmo quando se trata da declaração do imposto de renda detalhada do seu vizinho.
Combinação de confiança e controle
De modo geral, a sonegação fiscal não é um crime irrelevante, do qual as pessoas possam se vangloriar com os amigos. Os escandinavos, ou habitantes do norte da Europa, reclamam dos altos impostos, mas ao mesmo tempo estão dispostos a pagar sua parte, pois confiam nas instituições estatais.
Essa combinação de confiança e controle une a sociedade e é um dos motivos pelos quais casos de corrupção sejam excepcionais. Mesmo assim, eles acontecem, e cada suspeita, por menor que seja, é registrada com enorme atenção.
Seja a viagem de casamento da princesa Vitória, patrocinada por um empresário; os ingressos gratuitos para um torneio de tênis dados ao líder social-democrata; ou a viagem para questões político-ambientais de governantes à custa da Shell: isso agita a consciência pública.
Caminhos para corrupção
Um fato peculiar dos países escandinavos é que poucas empresas exercem uma enorme influência sobre a economia do país. Na Finlândia, por exemplo, nenhum governo decidiria algo que pudesse prejudicar a Nokia. Por outro lado, em empresas menores há fortes ligações pessoais: as pessoas se conhecem, se ajudam mutuamente e não questionam diretamente umas às outras.
Em nenhum outro lugar isso ficou mais evidente do que na Islândia em 2005 e 2006, quando o país ocupou o primeiro lugar na lista da Transparência Internacional, com o título de nação com menor índice de corrupção do mundo.
A corrupção não é necessária quando há estreitos contatos pessoais. As pessoas que na época ocupavam cargos de liderança nos setores da política e da economia se conheciam há alguns anos, se revezavam nos postos importantes, em detrimento de controle e supervisão. O resultado disso foi o colapso dos bancos islandeses. A corrupção tem muitas faces, nem todas expostas na lista da Transparência Internacional.
Fonte - DW-WORLD.DE

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O problemático CPI da corrupção publicado pela Transparencia Internacional

Portugal sobe uma posição no ranking anual sobre a percepção da corrupção da Organização Não-Governamental Transparency International (TI), ocupando o 32º lugar com uma pontuação de 6 valores em 10 (melhor pontuação possível). Dos 178 países avaliados no ranking de 2010 da TI, a vasta maioria – 75% - não obteve nota superior a 5.
O CPI é um índice composto, baseado em 13 inquéritos distintos levados a cabo por 10 instituições independentes. Os inquéritos que serviram de fontes ao Índice deste ano foram realizados entre Janeiro de 2009 e Setembro de 2010.
Este sistema é extremamente falível segundo afirma Fredrik Galtung, CEO da TIRI - Make Integrity Work.
“Os resultados mostram que são necessários esforços significativamente maiores para fortalecer a governança no mundo”, disse em comunicado Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional.
Salas opina que melhoras no panorama global dependem de mudanças individuais. “Em muitos países os indivíduos tendem a se ver como vítimas do sistema. Mas o indivíduo pode ser proativo e sair do ciclo da corrupção. Enquanto só esperarmos grandes mudanças por parte de governos, teremos essa pontuação baixa na maioria dos países.”
A percepção de corrupção é maior em países instáveis e com um histórico de conflitos, como Iraque (apenas 1,5 ponto no ranking) Afeganistão (1,4), Mianmar (1,4) e Somália (1,1, última colocada).
O Haiti configura uma exceção: obteve melhora no ranking (de 1,8 ponto em 2009 para 2,2 em 2010) apesar do terremoto que devastou o país em janeiro.
Para Salas, a percepção de corrupção pode ter diminuído no Haiti "porque todas as atenções globais se voltaram para o país e para o dinheiro doado (após o tremor), e essa atenção desestimula ações corruptas".
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