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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Com suspeita de corrupção, Berlusconi conquista votos de confiança no Parlamento

Em votação apertada na Câmara dos Deputados - 314 a 311-, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, conseguiu votos de confiança no Parlamento italiano nesta terça-feira (14/12). Antes, no Senado, a moção de confiança em Berlusconi foi aprovada por 162 dos 309 senadores, com 11 abstenções. A vitória, no entanto, não garante a governabilidade do primeiro-ministro, que deve consultar o presidente da república, Giorgio Napolitano, nos próximos dias, para que ele decida se serão convocadas eleições antecipadas.
A todo o momento suspeitas de que deputados haviam recebido suborno para votar a favor da moção circularam pela Câmara e culminaram em luta física entre alguns dos políticos ao final da sessão, conforme informou o jornal italiano La Reppublica.
Segundo a RAI News, a votação desta tarde foi decidida por três deputados que mudaram de posição durante esta semana. Eles estavam na oposição, mas acabaram votando pela confiança no governo. Em declarações à TV, o parlamentar Nicchi Vendola disse que "esses votos não bastam".
"Vá embora, primeiro-ministro! Vá para as Bahamas", afirmou Antonio Di Pietro, líder do partido de esquerda Itália dos Valores, antes da votação. "Berlusconi está no fim da linha", disse, ao apontar o suposto suborno dado a outros colegas.
Recentes escândalos protagonizados pelo primeiro-ministro italiano provocaram a perda de apoio de seu ex-aliado próximo Gianfranco Fini, do partido Futuro e Liberdade para a Itália, o que deixou o governo sem maioria absoluta na Câmara. O alto índice de desemprego, a reforma na educação, cortes de gastos públicos e uma crise sobre a coleta de lixo em Nápoles contribuíram também para a retirada do apoio a Berlusconi.
Fonte - Opera Mundi

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Julgamento de Berlusconi é adiado novamente

O processo contra o presidente do Governo italiano, Silvio Berlusconi, por corrupção judicial sofreu hoje mais uma brusca interrupção com o adiamento de seu julgamento para 27 de fevereiro, quando a Corte Suprema já terá se pronunciado sobre a condenação ao advogado David Mills.
O tribunal de Milão acatou o pedido dos advogados de Berlusconi de suspender o processo à espera da sentença definitiva de Mills, condenado por enquanto a 4 anos e 6 meses de prisão por ter mentido em juízo em troca de dinheiro em dois processos contra o primeiro-ministro.
Os juízes consideraram que a sentença definitiva de Mills será necessária diante dos pedidos de provas que serão apresentados por ambas as partes durante este processo.
O Supremo deve se reunir em 25 de fevereiro para se pronunciar sobre a condenação do advogado inglês.
O processo contra Berlusconi recomeçou em 27 de novembro com um novo tribunal, depois que a parte relativa à acusação contra Berlusconi tinha sido suspensa após a aprovação da lei que dava imunidade aos ocupantes dos quatro cargos mais altos do país e que posteriormente foi invalidada pelo Tribunal Constitucional.
Durante a audiência de hoje, a defesa de Berlusconi pediram ao tribunal a invalidação de todos os atos do julgamento contra Mills e, assim, começar do zero o processo contra o primeiro-ministro.
O tribunal desprezou este pedido e declarou aberto o julgamento oral contra Berlusconi, acusado de pagar US$ 600 mil a Mills para que mentisse a seu favor em dois julgamentos nos quais foi absolvido.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Berlusconi subornou um advogado para garantir “impunidade” e “lucros”


«O advogado britânico David Mills mentiu “para conceder impunidade a Silvio Berlusconi e ao grupo Fininvest”. Não é Mills que o diz – o britânico, condenado em Fevereiro a quatro anos e meio de prisão por ter sido subornado para falsear o seu testemunho em dois processos contra Silvio Berlusconi, dissera-o em tempos, mas depois desdissera-se. A citação é da sentença do tribunal de Milão que o condenou, divulgada hoje, três mês e meio depois da condenação. O tribunal é claro nas suas conclusões: a Fininvest, grupo da família Berlusconi, pagou a Mills 580 mil dólares (430 mil euros). Mills, escreve o tribunal, deu “falsos testemunhos” para “conceder a Berlusconi e à Fininvest impunidade das acusações, ou, pelo menos, a conservação dos lucros consideráveis realizados”. Face ao pagamento, Mills não revelou informações sobre duas empresas off-shore usadas pela Mediaset, o império de media da Fininvest. Devia tê-lo feito em dois processos de corrupção, um em 1997, sobre o suspeito pagamento de comissões a funcionários do Ministério das Finanças em troca de tratamento fiscal favorável num processo que envolvia a compra de direitos de filmes nos EUA; outro no ano seguinte, o caso All Iberian, nome de uma empresa fictícia criada pelo grupo para alegadamente falsificar as suas contas e financiar ilegalmente vários partidos políticos”. Berlusconi foi ilibado. Mills, casado até ao ano passado com Tessa Jowell, antiga ministra da Cultura de Tony Blair que actualmente tem a pasta dos Jogos Olímpico no Reino Unido, era advogado fiscal de Berlusconi nesses anos. Berlusconi chegou a ser co-acusado no processo em que o advogado acabaria por ser condenado. Mas as acusações contra o primeiro-ministro foram suspensas em Outubro de 2008, na sequência da adopção de uma lei que lhe dá imunidade enquanto durar o seu mandato.“Se fossemos um país civilizado, Berlusconi seria obrigado a demitir-se por pressão da oposição, da imprensa e da opinião pública”, disse o líder da Itália dos Valores, partido do antigo juiz Antonio Di Pietro. Um porta-voz do partido da maioria, o Povo da Liberdade, acusou por seu turno a oposição de estar a tentar usar o caso para atacar um “Governo eleito livremente pelo povo italiano”. Berlusconi, interrogado pelos jornalistas, disse apenas que “falará ao Parlamento”. Na imprensa, comentadores como Massimo Giannini (no "La Repubblica", esquerda), antecipam que o Cavaliere fará “o enésimo ataque violento contra as togas vermelhas e a magistratura comunista, ‘cancro a erradicar’ no Império da Liberdade. E em vez disso seria suficiente se pronunciasse uma só palavra, que nunca lhe ouviremos: demissão”.
Notícia aqui.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Advogado condenado por ter recebido suborno de Berlusconi



Advogado condenado por ter recebido suborno de Berlusconi
O advogado britânico David Mills foi considerado culpado e condenado a quatro anos e seis meses de prisão por ter aceite um suborno de Silvio Berlusconi, em 1997. Um tribunal de Milão considerou Mills culpado de ter recebido uma verba de 400 mil libras (446 mil euros) da Mediaset, o grupo de media controlado pelo actual primeiro-ministro italiano, para esconder detalhes incriminatórios relativos aos negócios da empresa, refere a Reuters. Silvio Berlusconi era acusado por ter subornado Mills, mas está protegido pela lei da imunidade introduzida pelo seu Governo, em Julho de 2008, que protege as principais figuras do Estado, como o Presidente da República, o primeiro-ministro e os presidentes das duas câmaras. Notícia e foto aqui.
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