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terça-feira, 5 de julho de 2011

David Cameron classifica como "farsa" as eleições da Fifa

Desde a definição das sedes das Copas de 2018 (Rússia) e 2022 (Qatar) no ano passado, a Fifa e vários de seus membros estão sendo acusados de casos de suposta corrupção e subornos, motivo pelo qual Joseph Blatter prometeu que depois da reeleição faria as reformas estruturais para limpar a imagem da instituição. AQUI

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Especialista detalha esquemas de corrupção da Fifa

O jornalista britânico Andrew Jennings, da emissora BBC de Londres, é talvez o maior especialista em todo o mundo a respeito dos esquemas de corrupção que rondam a Fifa e o Comitê Olímpico Internacional. Grande parte destes escândalos foram ainda mais desbravados em uma entrevista exclusiva concedida por ele aos repórteres JP Flávio Prado e Filipe Cury. Ao longo do bate-papo, Jennings levantou a seguinte questão aos brasileiros: "Como não fazem nada para apagar esta mancha? Como Ricardo Teixeira e João Havelange se mantêm no poder e não estão na cadeia?" AQUI

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Blatter desvaloriza casos de corrupção na FIFA

Organismo que gere o futebol pondera realizar o Mundial de 2014 mais tarde para que os jogadores estejam em melhor forma
Joseph Blatter, presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), desvaloriza os alegados casos de corrupção no organismo que gere a modalidade a nível mundial. Em entrevista ao jornal francês L'Équipe, o dirigente salientou: "No futebol somos 300 milhões de pessoas, com 208 associações nacionais. Se encontrarmos dois ou três casos de corrupção, o que se verifica em outras actividades, penso que isso reflecte um fenómeno da sociedade." Recorde-se que dois dos 24 elementos do Comité Executivo da FIFA não participaram da eleição das sedes dos Mundiais de 2018 e 2022 devido a suspeitas de corrupção.
Relativamente à escolha do Qatar para o Mundial de 2022, Blatter referiu que não foi por motivos financeiros. "Se quiséssemos ganhar dinheiro teríamos escolhido os Estados Unidos", frisou.
As escolhas da Rússia e do Qatar estão relacionadas com o objectivo de promover o futebol a nível mundial. Sobre o Qatar, Blatter sublinha o facto de o país dispor de 12 anos para preparar o campeonato e diz que alguns poderão realizar-se em países próximos.
A FIFA pondera também começar mais tarde o Campeonato do Mundo de 2014, que decorrerá no Brasil, disse uma fonte do organismo à agência de notícias Reuters.
O Mundial deverá começar em Julho e não em meados de Junho como tem sido habitual, permitindo que os jogadores estejam em melhor forma para a competição. Na África do Sul futebolistas como Wayne Rooney, Cristiano Ronaldo ou Didier Drogba não estiveram ao seu melhor nível devido à actividade nos clubes. Nesse sentido, Blatter criou uma comissão para estudar como tornar o Mundial mais atractivo e uma das hipóteses é realizá-lo mais tarde.
Entretanto, Peter Velappan, antigo secretário-geral da Confederação Asiática de futebol, defendeu a realização do Mundial do Qatar em Janeiro ou Fevereiro para evitar as altas temperaturas em Junho e Julho.
Fonte - DN

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Corrupção agita escolha

As suspeitas de corrupção sobre membros da FIFA com direito a voto na atribuição dos Mundiais de 2018 e 2022 estão a ensombrar a escolha que decorre amanhã (15h00) em Zurique.
Depois de um comentário da BBC ter acusado três membros de corrupção – Ricardo Teixeira, ‘patrão’ do futebol brasileiro; Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana (CAF) e Nicolas Leoz, presidente da Confederação Sul-americana (CONMEBOL), a FIFA reagiu ontem, em comunicado, alegando que estas são situações "desactualizadas".
Este trio terá recebido, entre 1989 e 1999, vários pagamentos, num total de 100 milhões de dólares. "No seu veredicto de 26 de Junho de 2008, o tribunal penal de Zoug não condenou nenhum responsável da FIFA", acrescenta o documento, concluindo: "O inquérito e o assunto estão definitivamente encerrados."
Uma coisa é certa, os três elementos vão ter direito a voto na decisão de qual das candidatura vai ganhar a organização do Mundial de 2018, onde a candidatura conjunta de Portugal e Espanha concorre com Holanda/Bélgica, Inglaterra e Rússia.
A luta será entre as candidaturas ibérica, inglesa e russa, com o país de Leste a ganhar protagonismo e favoritismo nas casas de apostas. Por exemplo, a BetClic paga, por cada euro investido, 1,85 (Rússia); 3,0 (Inglaterra e Portugal/Espanha) e 25,0 (Bélgica/Holanda). As candidaturas aproveitaram o dia de ontem para fazer um ensaio geral da apresentação.
Fonte - Correio da Manhã

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Suspeitas de corrupção na corrida aos mundiais

A três dias de serem conhecidos os países organizadores dos mundiais de 2018 e 2022, o jornal suíço Sonntags Zeitung deu conta de novas suspeitas de corrupção na FIFA.
O suíço Seonntags Zeitung revela a existência de uma lista de nomes de membros da FIFA que terão recebido montantes na ordem dos milhares de euros.
Questionado pelo jornal, um residente suíço que teve acesso a essa lista, revelou que nesse conjunto de nomes estavam membros do comité executivo que se estariam a esconder por trás de apartados para receber as quantias.
Os países anfitriões do Mundial-2018 e 2022 serão conhecidos no próximo dia 2 de Dezembro em Zurique, na Suíça. Inglaterra, Rússia, Espanha/Portugal,Bélgica/Holanda concorrem para a organização do Mundial de 2018. Qatar, Austrália, Estados Unidos, Japão/Coreia do Sul são os candidatos à organização do Mundial-2022.
Fonte - Jornal de Angola

domingo, 28 de novembro de 2010

Cameron é frustrado com documentário sobre corrupção na Fifa

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, expressou "frustração" pela decisão da BBC de transmitir na próxima segunda-feira um documentário sobre a corrupção na Fifa, três dias antes da decisão do organismo de qual país irá sediar a Copa do Mundo de 2018, entre os quais está a Inglaterra.
Os responsáveis pela candidatura da Inglaterra para receber o Mundial expressaram preocupação com a possibilidade de que o conteúdo da reportagem da cadeia britânica influencie negativamente os 22 membros com direito de voto na Fifa.
As candidaturas conjuntas de Espanha-Portugal e Holanda-Bélgica e a da Rússia concorreram com a Inglaterra para serem a sede da Copa do Mundo de 2018, que será votada na próxima quinta-feira.
Em declarações à BBC, Cameron disse que já falou com alguns dos membros do comitê executivo da Fifa sobre o assunto e que seguirá fazendo o mesmo durante os próximos três dias que estará em Zurique, integrando a delegação inglesa.
"Se é frustrante que o Panorama (o programa da BBC) vá apresentar o documentário dias antes da votação? Claro que é, mas este é um país livre e temos de aceitá-lo", disse.
"Acho que a Fifa entenderá e acredito que temos de tentar convencê-los que temos uma imprensa independente e sólida, que ama o futebol quando se trata de Mundial, no que se refere a audiência e a cobertura informativa no mundo todo".
Cameron indicou que a tarefa da candidatura deve ser destacar diante dos membros da Fifa as qualidades do projeto da Inglaterra, que deseja voltar a organizar um Mundial depois do de 1966, no qual conseguiu seu único título.
"Nosso objetivo é dizer a Fifa: olhem as candidaturas por seus méritos, pelos aspectos técnicos, os estádios, os torcedores, o país, o que Inglaterra pode oferecer", explicou.
A BBC antecipou que o documentário do programa Panorama será centrado no vice-presidente da Fifa, Jack Warner, que nesta mesma semana disse que o documentário parece ter como objetivo minar as possibilidades da candidatura inglesa.
Em declarações ao jornal de Trinidad e Tobago Newsday, Warner manifestou: "acho que desejam a morte da Federação Inglesa e espero que fracassem porque não é correto o que estão fazendo".
O voto de Warner é um dos cruciais para a Inglaterra, porque possivelmente influenciará os votos dos outros dois membros da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), Chuck Blazer e Rafael Salguero.
Prova da importância deste voto à Inglaterra está o fato de que Cameron tenha convidado Warner para jantar em Zurique, possivelmente nesta terça.
Warner declarou ao Newsday que o voto da Concacaf "ainda não está decidido" e que a decisão será tomada na cidade suíça.
Inglaterra levará uma delegação de luxo a Zurique em um último esforço para que a Fifa conceda a organização do Mundial. À frente da deleção, o príncipe William, Cameron e David Beckham, acompanhados por cinco ex-jogadores ingleses: Bobby Charlton, Gary Lineker, Alan Shearer, Andy Cole e John Barnes.
A delegação será composta por 30 pessoas, na qual também está o treinador da seleção, Fabio Capello. O executivo-chefe da candidatura inglesa, Andy Anson, disse que esta representação é um reflexo de que "esta candidatura tem o respaldo de todo o país".
"A semana que vem é crítica porque é a última oportunidade para convencer os membros do comitê executivo da Fifa que votar pela Inglaterra deve ser sua opção para 2018", disse Anson, disposto "a fazer campanha até o último minuto".
Fonte - Terra
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