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domingo, 2 de janeiro de 2011

Vaticano opõe transparência financeira a escândalos de corrupção

O Papa Benedicto XVI emitiu hoje um decreto contra a lavagem de dinheiro em instituições financeiras do Vaticano, agitada este ano por vários escândalos de corrupção.
Benedicto XVI deu a sua aprovação à adoção dos princípios e instrumentos jurídicos com que a comunidade internacional enfrenta o fenómeno da lavagem de capitais e o financiamento do terrorismo.
Desta forma, o Vaticano apoia as regras para a luta contra a fraude implementadas pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e o Grupo de Ação Financeira. Desde setembro passado o Vaticano é investigado pelo Ministério Público de Roma de suposta violação de normas internacionais em várias operações bancárias.
O presidente do Banco do Vaticano, Ettore Gotti Tedeschi, enfrenta acusações de lavagem de dinheiro na instituição e por violar as leis que exigem a divulgação de tais operações.
O procurador-geral ordenou a confiscação preventiva de 23 000 000 de euros ao Banco do Vaticano até esclarecer a transferência ilegal de 20 000 000 a vários bancos em Itália e na Alemanha.
De acordo com relatórios oficiais, os promotores suspeitam que o banco do Vaticano foi usado para esconder operações fraudulentas ou evadir impostos.
O cardeal de Nápoles, Crescenzio Sepe, a meados deste ano foi o centro de um inquérito judicial sobre a venda de um apartamento de luxo, propriedade da Igreja a um ex-ministro do Governo italiano, em troca de regalias.
Fonte - Prensa Latina

sábado, 21 de março de 2009

Papa pede fim da corrupção em África “de uma vez por todas”


«O Papa Bento XVI apelou ontem à tarde, em Luanda, a que as autoridades políticas africanas tudo façam para que seja erradicada “de uma vez por todas a corrupção”.(...) Bento XVI pediu que África se liberte do “flagelo da avidez, da violência e da desordem”. Respeito pelos direitos humanos, governação transparente, magistratura independente, comunicação social livre e funcionalismo público eficaz foram alguns dos factores referidos pelo Papa no seu discurso. Para isso, é necessária uma "firme determinação, baseada na conversão dos corações", acrescentou o Papa. De acordo com o relatório da Transparecy International citado ontem pelas agências, Angola ocupava, em 2008, o 158º lugar em 180 no que diz respeito à percepção da corrupção. Combater a pobreza é “um imenso empreendimento que requer o maior civismo por parte de todos”, acrescentou o Papa. À chegada a Luanda, no aeroporto 4 de Fevereiro, o Papa lamentou que Angola, um país rico em petróleo, mas onde dois terços da população vive com menos de dois dólares por dia, “haja infelizmente tantos pobres que pedem o respeito dos seus direitos”. Notícia e foto aqui.
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