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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Arábia Saudita cria comissão nacional para combater corrupção

A Arábia Saudita criou uma comissão nacional de combate à corrupção, após uma decisão do Conselho de Ministros publicada neste sábado, indicou a agência oficial Spa.
Segundo a Spa, o Conselho de Ministros ratificou um organograma e as prerrogativas da comissão, cuja criação foi decidida em abril pelo rei Abdallah para "promover a transparência e lutar contra a corrupção financeira e administrativa" no país.
A comissão terá como prioridade "investigar qualquer caso de corrupção financeira e administrativa nas licitações públicas", além de escutar os cidadãos que denunciam casos.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sarkozy chamado a depor sobre caso de corrupção

Nicolas Sarkozy terá que prestar esclarecimentos sobre a alegada cobrança de comissões ilegais sobre a venda de submarinos ao Paquistão, nos anos 90. Este negócio terá causado, indirectamente, o ataque anti-francês que matou 14 pessoas em Carachi, em 2002.
Familiares das vítimas do atentado, que causou a morte de 11 engenheiros militares franceses, insistiram, ontem, na necessidade do depoimento do presidente francês. "Sarkozy deve-nos essa audiência", disse a filha de uma vítima, Sandrine Leclerc, em conferência de Imprensa. Mas também exigem os depoimentos de Jaques Chirac e Dominique Villepin.
O juiz que tomou conta do caso, em 2007, Marc Trévidic, concluiu que o atentado ocorrido em Carachi (Sul do Paquistão), poderia ter sido preparado pelos serviços secretos paquistaneses como represália pelo facto de a França ter deixado de pagar as comissões ilegais sobre venda de três submarinos. Isto, porque, após a sua eleição para a presidência, em 1995, Jacques Chirac decidiu cancelar os pagamentos.
A Justiça francesa encontra-se a investigar a suspeita de que uma parte do dinheiro das comissões voltava a França, onde era distribuído por políticos envolvidos no negócio, como é o caso do antigo primeiro-ministro, Edouard Balladur, cujo porta-voz, em 1995, era Sarkozy.
O caso não é novo, mas tomou um novo rumo esta semana: o ex-ministro da Defesa de Chirac, Charles Millon, declarou ao tribunal que é sua "íntima convicção" de que parte do dinheiro voltava para França.
Na época, Millon avançou com uma investigação interna e decidiu pôr fim aos contratos dos submarinos, o que terá conduzido à represália. Desde então, a Oposição e as famílias das vítimas clamam por justiça. E insistem que Sarkozy, Chirac e o ex-primeiro-ministro Villepin, secretário-geral do Palácio do Eliseu no momento do contrato dos submarinos, devem dizer o que sabem sobre o caso.
Fonte - JN

sábado, 9 de janeiro de 2010

«Há muito gente que se sente bem na corrupção» – Medina Carreira

A comissão parlamentar anti-corrupção, proposta pelo PSD e presidida pelo deputado socialista Vera Jardim, foi alvo de crítica de Medina Carreira. O fiscalista considera que a comissão «é diversão, é só para enganar», «ninguém quer combater a corrupção».«Não é preciso comissão nenhuma. Se o senhor quiser combater a corrupção a sério pede a um juiz de instrução criminal, pede a um delegado do Ministério Público e a um funcionário superior da Polícia Judiciária», defendeu, em entrevista à Renascença.Apesar de não pôr em causa os nomes que constituem a comissão, Medina Carreira disse mesmo que «há muita gente que se sente bem nela [na corrupção]».
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