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sábado, 13 de novembro de 2010

Ana Gomes defende interrupção do negócio dos submarinos com a Alemanha

O governo devia interromper o negócio dos submarinos com a Alemanha. A opinião é da socialista Ana Gomes, que concorda com esta tese defendida pelo Bloco de Esquerda. A eurodeputada não tem dúvidas de que se trata de um negócio fraudulento e que a Comissão Europeia deve investigar. Ana Gomes está na Tailândia a participar na 14ª Conferência de Transparência Internacional contra a Corrupção.
Pormenores coma jornalista Rita Roque - audio -
Fonte-RTP

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ana Gomes diz que "nunca existiu vontade política" no combate à corrupção

O combate à corrupção "nunca esteve na agenda dos governos nas últimas décadas, porque nunca existiu vontade política", e as recomendações do Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) "são muito animadoras" disse hoje à Lusa Ana Gomes.A euroeputada Ana Gomes, signatária da petição europeia "Stop Corruption", afirmou que "nenhuma das conclusões do relatório surpreendeu", porque é funcionária pública, é diplomata e sabe como as coisas funcionam nos organismos do Estado. "Na prática, nunca tem havido vontade política dos sucessivos governos nas últimas décadas para combater a corrupção", e constatou, enquanto embaixadora, que as inspecções diplomáticas e as inspecções de finanças, de facto, "não funcionam". Ana Gomes declarou que as conclusões do relatório "são extremamente positivas por identificarem as áreas com mais falhas", e espera que seja o primeiro passo no combate efectivo à corrupção. "São precisos mecanismos de vigilância e de controlo", referiu Ana Gomes, reforçando ser "indispensável, nalguns casos, uma punição exemplar", para que todos interiorizem que "não é tolerável termos uma administração pública propícia a abusos". Ana Gomes lembrou que a nova presidente da Comissão de Desenvolvimento do Parlamento Europeu, a juíza norueguesa Eva Jolie, é uma "pessoa muito conhecedora dos mecanismos de corrupção" ao nível da administração central e com poder para combater o fenómeno. Entre os vários pontos destacados na análise, o CPC, liderado pelo presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, aponta para uma tendência de atribuição de benefícios públicos sem fundamentar a decisão e sem apontar os critérios de salvaguarda do interesse público, igualdade, proporcionalidade e livre concorrência. Relativamente ao controlo interno da atribuição de subsídios, as entidades tendem ainda a não verificar se existem relações entre a entidade fiscalizadora e o beneficiário que possam pôr em causa a isenção da fiscalização. No que diz respeito à contratação pública, o Conselho de Prevenção da Corrupção encontrou tendências para a falta de verificação dos mecanismos para assegurar o controlo interno dos termos dos contratos, de mecanismos para garantir que não são realizadas adendas ou alterações posteriores, e no caso das empreitadas, da possibilidade de existirem "trabalhos a mais". O controlo interno das contratações públicas aponta por sua vez para tendências para a falta de medidas para evitar conflitos de interesse, que podem colocar em causa a transparência dos procedimentos e de possíveis situações "de corrupção e de favoritismo injustificado".O questionário da entidade liderada pelo presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, pretende servir de guia para avaliar os riscos de corrupção nestas áreas e foi dirigido a todos os dirigentes máximos das entidades, serviços e organismos da administração pública central e regional, directa e indirecta, todos os municípios e ao sector empresarial local. Aqui.

domingo, 1 de março de 2009

Ana Gomes propõe recuperação propostas de João Cravinho



Como meio de fazer face à crise mundial, que garante não deve ser relativizada em Portugal, Ana Gomes considera que é necessário apertar e melhorar o combate à corrupção. Nesse sentido, a eurodeputada propôs que o PS retome as propostas do antigo deputado hoje presidente do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, João Cravinho, sobre ostentação de riqueza. Defendendo que “é preciso não encobrir corruptos”, Ana Gomes sublinhou que é preciso combater eficazmente a corrupção para evitar abusos como tem sido, na sua opinião, o caso do “ataque político e pessoal a José Sócrates”. E garantiu que se a corrupção não for combatida e o sistema judicial não for mais eficaz “gente íntegra será enxovalhada na praça pública” e “continuará a roubalheira”.
Artigo e foto aqui.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ana Gomes no congresso do PS

“Um político que adquira bens tem de provar que o fez com dinheiro limpo. Os portugueses sabem que as pessoas sérias não têm dificuldade em provar de onde veio o dinheiro para o carro, a casa ou as férias”.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Vamos todos assinar a petição http://www.stopcorruption.eu/

Ana Gomes (PS) e José Ribeiro e Castro (CDS-PP) fazem parte de um grupo de deputados europeus que lança quarta-feira, em Bruxelas, através de uma página da Internet, uma petição para lutar contra a corrupção.
A petição insta a Comissão Europeia e os Estados-membros da União Europeia (UE) a propor legislação e mecanismos de combate à corrupção, em particular nas relações com países em vias de desenvolvimento.
Segundo este grupo de eurodeputados, a corrupção ao mais alto nível «reduz a capacidade de muitos estados para garantir serviços básicos às suas populações», como o direito à alimentação, habitação, saúde e educação.
Em África, por exemplo, os Estados perdem anualmente cerca de 25 por cento do PIB devido à corrupção, é sublinhado no comunicado de imprensa com o anúncio da iniciativa.
(...) Notícia aqui e foto aqui.
A recolha de assinaturas é feita na página da Internet www.stopcorruption.eu/.
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