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domingo, 12 de junho de 2011

Doadores destacam crescimento económico de Moçambique

O grupo de 19 países e instituições internacionais que apoiam Moçambique, incluindo o Banco Mundial, saudou as autoridades locais por "importantes melhorias" em termos de crescimento económico nos últimos anos.
Dados governamentais indicam que, na última década, o país cresceu a uma média de 10% ao ano, desde o fim da guerra civil em 1992, informa a Rádio ONU. Os parceiros internacionais apelaram o executivo de Maputo a apostar na rápida redução da pobreza e no combate à corrupção. O Governo de Moçambique reuniu-se, quinta-feira (19), para analisar o nível de cooperação com o G-19, como são conhecidos os doadores que financiam mais de metade do orçamento do país.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Cooperação no combate à corrupção

O director-geral do Grupo Intergovernamental de Acção contra o Branqueamento de Capitais na África Ocidental (GIABA), Abdullahi Shehu, solicitou A cooperação internacional para combater o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, problemas que afectam vários países da região.
“O duplo crime do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo é um fenómeno complexo com consequências graves para o desenvolvimento político, social e económico”, disse durante a abertura oficial do Centro de Formação do GIABA em Lagos, a capital económica da Nigéria. Segundo Abdullahi Shehu, este centro facilita o acesso aos programas do GIABA, a criação de produtos publicitários e a sensibilização do público para as ameaças do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo na sub-região.
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domingo, 2 de janeiro de 2011

Assessor da ONU alerta sobre violência e corrupção na Costa do Marfim

O assessor especial da secretaria-geral das Nações Unidas para a Prevenção de Genocídios, Francis Deng, denunciou nesta quinta-feira o "alto grau de irresponsabilidade" de alguns líderes políticos da Costa do Marfim e reconheceu estar "gravemente preocupado" pela situação do país.
Em comunicado emitido junto ao assessor especial Edward Luck, ambos chamaram a atenção sobre "os indícios que alguns líderes estão incitando à violência entre diferentes partes da população marfiniana em favor de seus próprios interesses políticos".
"Dada a história do conflito interno na Costa do Marfim, estas ações são sumamente irresponsáveis", acrescentaram os assessores especiais do principal responsável das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Ambos lembraram que "há informações, que até o momento não foram confirmadas, de sérias violações dos direitos humanos por parte de Laurent Gbagbo e das Forças sob seu controle, assim como do uso de uma linguagem para incitar o ódio e a violência".
Por isso, lembrou a todas as partes "sua responsabilidade de proteger a todas as pessoas da Costa do Marfim, com independência de sua etnia, nacionalidade ou religião".
Por sua parte, Luck fez alusão ao documento assinado em 2005 por chefes de Estado e do governo da ONU no qual se comprometiam "a proteger seus povos do genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade".
"Esta responsabilidade ajuda a prevenção destes delitos, incluindo sua incitação", ressaltou Luck, que acrescentou: "gostaria de lembrar a todas as partes este compromisso solene e o fato de que são responsáveis por suas ações em virtude do direito internacional".
Ban recebeu na última terça-feira as credenciais do novo representante da Costa do Marfim perante a ONU, Youssoufou Bamba, cuja aprovação como embaixador ele mesmo tratou de acelerar para transmitir uma clara mensagem de apoio a Alassane Ouattara, o presidente desse país reconhecido pela comunidade internacional.
"Uma mensagem que tratei de abordar nas conversas que tive até agora é que estamos à beira do genocídio. É preciso fazer algo", disse Bamba em declarações à imprensa.
Bamba acrescentou que Ouattara "foi pelas Nações Unidas". Além disso, assegurou que já consultou membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas para estudar futuras vias que ajudem Ouattara a assumir o poder.
O país africano se encontra à beira da guerra civil desde o anúncio dos resultados das eleições presidenciais no dia 27 de novembro e quando o atual presidente, Gbagbo, se negasse a reconhecer a vitória de Ouattara.
Fonte - Terra

sábado, 11 de julho de 2009

Obama pede respeito à democracia e fim da corrupção na África

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste sábado aos países da África o fim das práticas antidemocráticas e da corrupção, em um grande discurso em Acra, capital de Gana, durante sua primeira visita como chefe de Estado à África subsaariana.
"O desenvolvimento depende de uma boa administração. É um ingrediente que faltou durante muito tempo e em muitos lugares", afirmou Obama no discurso pronunciado no Parlamento ganense.
Obama ressaltou que a ajuda americana ao desenvolvimento na África estará ligado ao respeito às regras democráticas.
"O que faremos será aumentar nossa assistência aos indivíduos e às instituições responsáveis, baseando o esforço no respaldo às regras do bom governo".
"Devemos começar por um postulado simples: o futuro da África pertence aos africanos", afirmou.
Obama destacou que a África continua sendo vítima das guerras, das doenças e do subdesenvolvimento econômico, além da corrupção e das práticas antidemocráticas.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ex-líder zambiano aguarda veredicto em julgamento por corrupção

Quando o lustroso Mercedes preto estacionou em frente ao tribunal, um funcionário correu para a porta do passageiro, curvou - se profundamente, e então a abriu, com cerimônia. Um pé, calçado num sapato acinzentado, apareceu, seguido pelo resto do homem, Frederick Chiluba.
Por uma década, ele foi presidente de Zâmbia. Hoje, mais de sete anos depois que deixou o cargo, uma corte está decidindo se ele roubou de seu miserável povo. Um veredicto deve ser anunciado em 20 de julho.
Enquanto ladrões comuns e traficantes de drogas andavam por ali, Chiluba caminhou pelo corredor até sua audiência, apertando mãos, sorrindo magnanimamente, jogando um braço sobre os ombros de outro réu para dar risadinhas sobre alguma piada particular. Em meio a homens com camisas desbotadas e calças velhas, ele vinha impecavelmente vestido num terno cor de carvão, com um lenço de seda vermelho no bolso do paletó e um relógio de ouro e diamantes brilhando em seu pulso.
Porém, assim que se sentou no banco de réus, seu comportamento jovial evaporou. Sob a escassa luz que entrava pelas estreitas janelas daquela recente manhã, Chiluba respondeu melancolicamente quando o magistrado perguntou por que seus advogados não haviam apresentado um resumo por escrito no prazo.
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