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domingo, 12 de junho de 2011

Doadores destacam crescimento económico de Moçambique

O grupo de 19 países e instituições internacionais que apoiam Moçambique, incluindo o Banco Mundial, saudou as autoridades locais por "importantes melhorias" em termos de crescimento económico nos últimos anos.
Dados governamentais indicam que, na última década, o país cresceu a uma média de 10% ao ano, desde o fim da guerra civil em 1992, informa a Rádio ONU. Os parceiros internacionais apelaram o executivo de Maputo a apostar na rápida redução da pobreza e no combate à corrupção. O Governo de Moçambique reuniu-se, quinta-feira (19), para analisar o nível de cooperação com o G-19, como são conhecidos os doadores que financiam mais de metade do orçamento do país.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Corrupção endêmica ameaça ajuda ao Haiti

Apesar das melhores intenções da comunidade internacional, os haitianos têm pouca esperança de ver os bilhões de dólares em ajuda prometidos para reconstruir o país devastado pelo terremoto, classificado por monitores internacionais como uma das nações mais corruptas do mundo.
Dos empresários bem-sucedidos aos refugiados lutando para sobreviver nos acampamentos improvisados, os haitianos dizem esperar que boa parcela do dinheiro enviado caia direto nos bolsos de autoridades governamentais corruptas.
"O governo dos Estados Unidos precisa vir aqui ajudar o povo haitiano", disse Jean-Louis Jerome, operário da construção civil que vive com nove parentes embaixo de um encerado num parque desde que a casa dele desmoronou durante o terremoto de 12 de janeiro.
A Transparência Internacional, grupo que estuda corrupção governamental, classifica o governo do Haiti como um dos mais corruptos e menos eficazes do mundo, apesar dos esforços do presidente René Préval para combater o problema crônico.
O primeiro-ministro haitiano, Jean-Max Bellerive, estava no Canadá numa reunião de uma dezena de países para avaliar as necessidades imediatas do Haiti e desenvolver uma estratégia para reconstruir o país após o terremoto devastador, que matou até 200 mil pessoas e deixou a capital e outras áreas em ruínas.
Os doadores em Montreal decidiram na segunda-feira organizar uma conferência internacional de ajuda na sede da ONU em Nova York em março. As promessas de ajuda ao Haiti já somam bilhões de dólares.

África perde 10 por cento de recursos devido à corrupção

África decidiu dotar-se duma comissão especial de luta contra a corrupção que ocasiona a perda de 10 por cento dos seus recursos, anunciou quarta-feira em Addis Abeba o vice-presidente da Comissão da União Africana (CUA), Erastus Mwencha, citado pela PANA.
"Estudos à nossa disposição revelam que os círculos da corrupção ocasionam, para África, uma perda de 10 por cento dos seus recursos. Além das administrações públicas, muitas vezes atingidas ao mais alto nível, esta corrupção traduz-se pelo tráfico de droga e pelo branqueamento de dinheiro", disse Erastus Mwencha durante uma conferência de imprensa.
Ao exprimir a determinação de África a combater uma prática que afecta igualmente a sua imagem, Erastus Mwencha precisou que a recém-nascida comissão vai ajudar os Estados africanos a dotar-se de legislações anti-corrupção.
"Não quero dizer que a corrupção não exista noutras partes do mundo. A grande diferença é que, em África, ela trava o desenvolvimento e impede investimentos directos estrangeiros", afirmou.
Anunciou ainda que a criação da comissão será validada pela 14ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo prevista para 31 de Janeiro a 2 de Fevereiro na capital etíope.
De acordo com diversos estudos, a corrupção manifesta-se em África durante a adjudicação de contratos públicos, a assinatura de contratos mineiros e petroleiros ou a construção de infraestruturas de grande vulto.
Organizações da sociedade africana mobilizam-se regularmente para exigir mais transparência na gestão dos bens públicos.
A iniciativa "Publiquem o que Pagam" (PCQVP), destinada a exigir mais transparência na gestão das receitas provenientes dos recursos exportados pelos países em desenvolvimento, é um dos exemplos mais conhecidos desta mobilização conjunta entre a sociedade civil africana e actores associativos do Norte.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Violência e corrupção ameaçam sobreviventes no Haiti

A pilhagem continua a ser a única alternativa face à falta de ajuda humanitária em Port-au-Prince. Seis dias após o sismo, centenas de pessoas saquearam um supermercado na capital do Haiti para poder obter água e comida.
Um gesto que reflecte o desespero e a ira da população entregue à fome e à violência de alguns grupos armados que circulam na cidade.
Cerca de três mil soldados norte-americanos chegam hoje ao país para patrulhar a capital. O ex-presidente, Bill Clinton aterra hoje no país para coordenar a ajuda internacional, quando os Estados Unidos são acusados de anular voos humanitários para dar prioridade ao transporte de militares.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki Moon visitou ontem a capital devastada, apelando à colaboração da União Europeia na ajuda às vítimas.
1200 capacetes azuis deverão aterrar no país nas próximas horas.
Mas as promessas de Ban Ki Moon e os apelos à calma foram recebidos com cepticismo por alguns habitantes, que temem que a ajuda internacional seja desviada pelos membros do governo.
“Não dê um cêntimo ao governo de Rene Preval nem aos seus senadores”, foi uma frase repetida por vários habitantes à passagem de Ban.
As organizações humanitárias calculam em mais de três milhões o número de desalojados pelo sismo.
As equipas de resgate e os mantimentos tardam ainda em chegar às zonas mais remotas do país, onde milhares de pessoas estão sem comida desde há vários dias.
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