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domingo, 29 de março de 2009

Parabéns, Parabéns...


As associações sindicais das magistraturas foram a votos.

E sem deixar de reconhecer o mérito dos concorrentes, no caso dos juízes, não posso deixar de me congratular com os resultados (até porque integro a lista vencedora - ainda que como suplente, pois o tempo não dá para tudo) - que estão aqui.

O Juiz desembargador António Martins, com o qual tive o enorme gosto de integrar diversos colectivos, é para mim, além de um amigo, uma referência do que deve ser um magistrado no exercício das suas funções.

Quanto ao Dr. João Palma, assisti durante vários meses, diariamente, aos julgamentos no qual ele participava (era auditor de justiça junto da, agora Sr.ª Desembargadora, Dr.ª Isabel Melo Gomes), e ficava sempre fascinado com a sua capacidade de análise da prova produzida. Elegeram um magistrado que, além de competente, sabedor e sagaz, prestigia e prestigiará o Ministério Público.

Por isso, a ambos, e às suas equipas, os meus parabéns.

Notícia aqui e aqui.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Cluny pede explicações a Sócrates

(foto retirada daqui)

A notícia aqui:
«O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Cluny, apelou esta sexta-feira ao primeiro-ministro, José Sócrates, que clarifique as afirmações que proferiu sobre o caso Freeport vir novamente a público em tempo de eleições, noticia a Lusa. (...) «Não quero crer que o primeiro-ministro tenha dito isso com segundas intenções, mas, objectivamente, pode ser entendido como uma insinuação sobre a partidarização e politização da investigação», sustentou à Agência Lusa o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Cluny.
Cluny entende que José Sócrates deve «esclarecer o sentido das afirmações, de que não quis insinuar que a intervenção das autoridades judiciárias, que dependem directamente do procurador-geral da República, tivesse outro objectivo que não a busca da verdade». (...) ....o primeiro-ministro manifestou ainda a esperança de que as autoridades judiciais «façam rapidamente o seu trabalho relativamente ao caso Freeport».
(...) o presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, António Martins, referiu que «todos os cidadãos têm direito a pedir celeridade à Justiça». «É um direito que qualquer cidadão tem de ter. É natural e é legítimo. A Justiça tem de responder com celeridade a todos os cidadãos», insistiu...»

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